Simbioticamente amalgamado com a dor
Hermeticamente fechado com a solidão
Aprendo o amargar da vida, o seu ardor
Tento diluir o ódio no mar do perdão
Assunto à nuvem negra do desespero
Espero ansiosamente por não esperar
Fica com os louros quem chega primeiro
E não o que, por acidente, não pôde chegar.
A lua é meu sol, a noite é meu teto
Nem vampiros me são mais soturnos
Nem lobisomens me são mais medonhos
Enegrecido, em meu destino sigo reto
Vago entre suspiros taciturnos
E entre simbolismos enfadonhos
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